Estou inscrito num fórum de rap brasileiro. Eu adoro rap e a língua portuguesa. Eu sei nem sempre os brasileiros fazem o que podem por a preservarem, mas mesmo assim gosto do poder do rap deles e passo a vida a pesquisar sobre os grupos que eles mais gostam sobre o rap que ouvem e tal. Até que me dedici inscrever e participar num fórum dedicado ao assunto onde há tudo para download. Ao que parece cá sempre que alguém deixa um link para fazer download no fórum da horizontal o pessoal cai logo em cima, porque os artistas isto e aquilo armados em vedetas que vendem cd’s e estão a por em causa o seu trabalho. Uma vez que os putos sacam tudo e não compram nada. Eu nem dinheiro tenho para pagar a Internet tem de ser o meu pai e ainda ia comprar tudo o que ouço por preços de merda? Nem pensar. Ok estou-me a desviar. Mas é sempre a mesma coisa. Coloco um post digo que sou português que gosto muito deles e eles cagam de alto para o que digo e nem me respondem. Grandes tótos. Venham cá pedir rap português que eu digo-lhes.
Aliás nem os devia estar a linkar, mas enfim, escapa. Neste momento sinto-me como o Brown, ão de cá vir. Otário oh Mané!

Artigo Programado
Era só para dizer que neste momento estou super nervoso à frente duma plateia de cerca de 50 pessoas ou mais e estou quase a começar a chorar de tão nervoso que estou. Estou a falar de rap e das suas origens e influências na sociedade de hoje e não tarde muito vou fazer a distinção de rap underground e comercial com inspiração em várias músicas e fóruns de discussão da Internet.
Mas pronto resumindo e concluindo estou super nervoso nem imaginam quanto. E neste momento não me importava que um muro das paredes da escola desabasse só para não ter de apresentar o trabalho. Isto é muito mau, parece que todos nos querem comer, e se errarmos vão se começar a rir, mas também esse é o meu objectivo. Está visto. Ajudem-me!
Desejem-me sorte! Que bem vou precisar.
“O hip-hop não é só uma batida, “Mc´s” a cantar, “B-Boys” a dançar ou pintar as paredes. O hip-hop é comunidade, interacção, uma cultura de amizades, um sentimento quase universal que transpõe as fronteiras da música, mas que usa esta como mecanismo de ligação.”
- Fuse em entrevista para o Libero
Sketch como vês o rap é mais importante que o Graffity logo os teus 50 diapositivos não se sobrepõem aos meus modestos 11.
Hoje, e graças ao google alerts, recebi um alerta interessante, de uma reportagem de um músico que por acaso até conheço bem, e em tempos constava no meu player diariamente, agora como tem estado parado não tenho ouvido com muita assiduidade os antigos trabalhos. Bem mas voltando ao ponto o alerta trazia um link para o correio da manhã jornal que eu não gosto de ler vá-se lá saber porquê. Não gosto e pronto. As razões ficam para outra altura.
Este jornal gosta muito de pegar com os rappers, mas hoje para desfazer um pouco até foi feita uma matéria produzida pela senhora Susana Bulas, reportagem a qual eu gostei bastante de ler.
Mostra como o senhor Nuno Santos, se tornou num vá lá “senhor” agora veste fatiota pois é um técnico de intervenção social.
Para quem não sabe trata-se do músico Chullage
Disse na entrevista algo do género:
‘Quando não tinha dinheiro para tirar o passe da escola, apanhava boleia num camião cisterna.’
Bem o artigo é bastante extenso mas vale a pena ler, para quem ainda acha que rap é música de pretos que não querem fazer nada (ok este pensamento está ultrapassado) ponham os olhos neste senhor.
Façam um favor a vocês próprios leiam a reportagem, mesmo que não gostem de rap, podem estar descansados que a entrevista não toca em nada desses pontos.
Mas por acaso já saía o próximo disco.
Os Racionais Mcs vêm a Lisboa e ninguém me diz nada, nem acredito que vou perder o melhor concerto de sempre. Tendo em conta que a idade do Brown já não é de um jovem nunca mais os vou ver ao vivo. Só se for mesmo ao Brasil. Que coisa chata, porque é que sou sempre o último a saber das coisas?

Este não vai falhar. Info daqui.
Álbum de hip hop sobre Fernando Pessoa
A obra de Fernando Pessoa vai servir de pretexo a um álbum de hip hop da responsabilidade de Rui Miguel Abreu e D-Mars.
No disco, participam Sagas, DJ Ride, Rocky Marsiano, Bullet e Sam the Kid. Antes do lançamento do álbum, vão encontrar-se todos em palco no dia 13 de Junho – data em que assinala o nascimento de Fernando Pessoa.
O álbum chega às lojas uma semana depois do concerto.
Hoje na aula de AP estivemos de volta do blog do trabalho sobre arte urbana. Temos lá textos interessantes sobre o assunto, vejam os comentários do pessoal da turma e do grupo em cada ficha de leitura.
Eis alguns bonitos:
O Factor Adrenalina
Grafite (arte)
Visual Street Performance 2007
O Skate
Skate não é moda
A História do Skate
A Palavra é quem mais ordena
Linguagens da violência no Rap
Gangsta Rap
Estou a fazer uma pausa de escrever para vir voltar a escrever, mas agora escrever à toa, porque estou farto do trabalho de AP, por acaso o tema até me agrada (Arte Urbana), e estou a responder à problematização feita em torno do tema. É interessante porque tenho sempre muito para escrever e nem precisei de recolher muitos dados para responder às questões sei praticamente todas as respostas. Só é pena é que os textos tenham de ser de desenvolvimento, vou estar aqui até amanhã.
Já fiz quatro faltam mais quatro, as piores por sinal. Eis as ditas:
- Poderemos considerar o rap uma “CNN das ruas” ?
- De que modo o rap pode ser considerado uma forma de expressão e uma critica à sociedade?
- Qual a diferença entre hip-hop comercial e underground?
- Como é o rap visto pela sociedade?
Bibito é alcunha. Vítor cresceu num bairro onde os vizinhos já cantavam e tocavam hip-hop. Este estilo de música sempre foi uma coisa natural por isso não foi de estranhar quando o jovem começou a compor letras. Justin Timberlake, 50cent e o português Sam The Kid são as referências musicais dos jovens músicos que compõem as suas próprias melodias.
Um gajo que se inspira em Justino Timberlaque e no STK só pode ser um papa lixo. Não sei como se compara o estilo do Sam a um abrupto destes que anda neste mundo por engano. Das duas uma, ou o menino dos morangos com açúcar é uma vergonha musical ou então a jornalista que fez isto é uma desnorteada. E eu já a contactei a senhora no sitio onde está colocado este artigo assombroso que difama o panorama do hip-hop nacional.