Mas pelos vistos ela não entendeu, tentei, tentei, tentei, e nada. Arranjei vários exemplos que a pudessem clarear para ela ficar assim com umas luzes, mas nada não valeu a pena. Quer dizer até valeu, uma vez que uma visão vale mais que mil palavras.
Tentei explicar-lhe que se ela me chateasse a cabeça eu vinha aqui dizer a toda a gente, e ela ficava conhecida na blogosfera como mãe chata. Pronto cabo dos trabalhos, a palavra blogosfera, disse ela logo repentinamente, blogoquem?
Eu expliquei-lhe que era o conjunto de relações que os bloggers tinham entre si com os seus blogs. E ela, mas afinal não estavas a explicar o que era um blog? Como podem ver ficou esclarecida logo
A seguinte tentativa frustrada foi para mim a pior, se a minha mãe trabalha num restaurante à tantos anos devia ficar ofendida se eu dissesse que ela cozinhava mal, era sinal que não tinha aprendido nada.
E eu ameacei-a de o fazer e mostrar a 100 pessoas diariamente que ela cozinha mal cá em casa, mas isto para explicar que os blogs eram muito importantes para saber a opinião das pessoas e que se me apetecesse eu ia dizer ao meu blog que ela cozinhava mal e depois o Pedro quando chegasse ao pé dela podia gozar literalmente com a cara dela quando a vi-se. Foi o exemplo que eu arranjei para ela perceber a importância e influência dos blogs na vida actual em sociedade.
E até acho que ela percebeu quando lhe mostrei o meu, mas ela disse logo que as cores eram feias, o que me leve a crer que até ao fim do ano vou ter de trocar o design porque não gosto de ver a minha mãe triste porque o filho tem mau gosto.
Vá mãezinha para a próxima faço um post a falar bem de ti! Está aqui ao meu lado.
Mas a melhor foi quando eu disse que falava mal dos professores aqui e eles liam o meu blog, aí a senhora quase teve um treco e ameaçou-me de deixar de pagar a Internet. Até em casa sou censurado não há hipótese.

